"Tenho o prazer de anunciar que os Estados Unidos da América firmaram um acordo com o Reino da Dinamarca e a Groenlândia que concede aos Estados Unidos controle permanente sobre a segurança — e todas as outras necessidades — na Groenlândia, atendendo plenamente a TODAS as nossas muitas preocupações. NÃO haverá custos para os Estados Unidos!"
Trump afirmou também que, como parte do acordo dos EUA sobre a Groenlândia, nenhum adversário norte-americano poderá manter uma base na ilha ou realizar investimentos sensíveis sem o consentimento de Washington.
"De agora em diante, nenhum adversário dos EUA poderá JAMAIS ter uma base na Groenlândia, manter presença militar na Groenlândia ou realizar investimentos sensíveis na Groenlândia sem a nossa aprovação expressa por escrito."
Trump anunciou que, sob um novo acordo por tempo indeterminado com a Dinamarca e as autoridades da Groenlândia, os Estados Unidos estão iniciando imediatamente o processo de envio de um grande contingente militar para a ilha.
"Começaremos imediatamente o processo de desenvolver uma grande presença militar na parte apropriada da Groenlândia. E há muitas delas."
Desde o ano passado, Trump havia sinalizado o desejo de anexar a Groenlândia ao território dos Estados Unidos, usando como justificativa a segurança do território continental norte-americano. As investidas estremeceram as relações de Washington com os países europeus, ao menos em discursos.
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, declarou que o acordo será assinado na próxima semana. Espera-se que o documento seja ratificado já durante a sessão da Assembleia Geral da ONU.
Trump autoriza novas sanções à Rússia
A Casa Branca anunciou na noite desta sexta-feira que Trump sancionou uma lei que autoriza possíveis novas sanções contra a Rússia. As medidas não entrarão em vigor automaticamente: elas só poderão ser impostas pelo líder americano a seu critério.
"Na sexta-feira, 18 de setembro de 2026, o presidente sancionou a lei H.R. 5334, a 'Lei Lindsay O. Graham de Sanções à Rússia e ao Irã de 2026', que autoriza e amplia sanções legais, tarifas e proibições contra a Rússia e estende as sanções existentes contra o Irã", informou a Casa Branca em comunicado.


