A Bundeswehr representa um convívio baseado no respeito mútuo, na não violência e na diversidade. Para atender a este princípio em todos os níveis, a Bundeswehr se baseia na prevenção, em regras claras e em medidas concretas. Afinal, nem todos os conflitos no local de trabalho podem ser resolvidos no caminho de serviço e nem sempre é claro desde o início se um comportamento já constitui discriminação ou assédio. Para todos que se sentem afetados por discriminação, assédio, assédio sexual ou violência, foi criada uma central de atendimento.
A central de atendimento contra discriminação e violência na Bundeswehr oferece um espaço seguro para estes casos. Aqui, as pessoas afetadas podem apresentar suas preocupações de forma confidencial e obter uma primeira avaliação da situação, antes de decidirem sobre os próximos passos, como uma reclamação ou apresentação aoChefe de Estado-Maior.
Quando a central de atendimento é o endereço certo
O serviço de apoio se destina a todos os membros ativos e antigos da Bundeswehr, tanto civis quanto militares. Os afetados podem entrar em contato com o serviço se sentirem que seus direitos foram violados, como por exemplo, devido a assédio, discriminação, violência física ou psicológica, bem como por desvantagem devido à orientação ou identidade sexual. O serviço também pode ser um ponto de contato para casos de comportamento sexual inadequado, como assédio ou abuso sexual.
Se houver dúvidas sobre se a situação de alguém se enquadra na área de atuação do serviço de apoio, é possível entrar em contato com ele. Em conjunto com os consultores, é possível obter uma primeira avaliação da situação e das possíveis opções. Em alguns casos, os afetados também serão encaminhados para outras entidades, como a responsável pela igualdade. O serviço também oferece apoio a supervisores que buscam aconselhamento em casos de assédio, discriminação ou violência, bem como em casos de comportamento sexual inadequado. Ele não tem autoridade para tomar decisões disciplinares.
A forma como o serviço de apoio funciona
Os afetados podem entrar em contato com o serviço por telefone, e-mail ou carta, e também de forma anônima, se desejarem. Com base nisso, serão definidas as possíveis medidas. Isso inclui aconselhamento sobre a defesa e a aplicação dos direitos dos afetados, bem como a mediação de ofertas de ajuda ou apoio, por exemplo, através doServiço Social da BundeswehrAs autoridades responsáveis pela conciliação entre vida profissional e familiar ou pela assistência pastoral militar também podem ser envolvidas. Além disso, podem ser realizados outros passos informativos ou administrativos, bem como mediação. Se necessário, pode ser iniciada uma análise individual. Nesse caso, as autoridades competentes são envolvidas e uma supervisão administrativa ou especializada com investigações disciplinares é solicitada.
A decisão sobre as próximas etapas sempre é tomada com o consentimento da pessoa que busca ajuda e levando em consideração a situação individual. Sem o consentimento das partes envolvidas, os dados pessoais não são divulgados. Todos os envolvidos estão sujeitos ao sigilo. Quem entra em contato com o ponto de contato de forma anônima permanece anônimo. As pessoas que buscam aconselhamento podem escolher se querem conversar com uma consultora ou um consultor.
Prevenção e conscientização
O ponto de contato também contribui para fortalecer a cultura de denúncia dentro das Forças Armadas, para registrar sistematicamente os fatos e para desenvolver medidas preventivas contra o comportamento discriminatório e que promove a violência. Através de palestras, eventos e treinamentos, os funcionários e seus superiores são informados e sensibilizados para um tratamento respeitoso.
Perguntas frequentes
Frequentemente, trata-se de conflitos interpessoais no local de trabalho. Às vezes, eles podem chegar ao assédio e além: casos de discriminação, violência e comportamento sexual inadequado.
Não. As pessoas afetadas podem entrar em contato diretamente com o ponto de contato. Por telefone ou e-mail e, se desejarem, de forma anônima.
Sim. A oferta se destina a todos os membros civis e militares das Forças Armadas da Alemanha.
Não. Ela apoia e coordena. No caso extremo, pode iniciar uma análise de caso individual, através da qual o Ministério da Defesa pode designar um supervisor ou supervisor.
É possível entrar em contato. Uma primeira avaliação da situação ocorre nesses casos em conjunto com o consultor relevante.
O departamento de atendimento foi criado em 2017 no Ministério da Defesa. A iniciativa surgiu, entre outras coisas, em decorrência de incidentes divulgados publicamente de assédio, assédio sexual e rituais desumanizantes no ambiente de trabalho.



