"Os líderes dos dois países trocaram opiniões sobre os últimos acontecimentos na Ásia Ocidental. O primeiro-ministro confirmou a posição inalterada da Índia de que todas as questões devem ser resolvidas por meio do diálogo e da diplomacia", informou o Ministério das Relações Exteriores da Índia em comunicado.
Segundo a chancelaria, Modi também ressaltou a importância de "garantir paz e estabilidade duradouras na região e proteger a liberdade de navegação e comércio, assim como a segurança e o bem-estar dos marinheiros". Durante o encontro, os dois líderes também discutiram diversos aspectos das relações bilaterais.
As tensões no Oriente Médio se agravaram em julho, depois que Irã e EUA retomaram os ataques, apenas três semanas após os presidentes dos países assinarem um memorando de entendimento para encerrar as hostilidades e abrir caminho para um acordo definitivo.
Em meio ao clima de confronto mantido desde o fim de fevereiro, o tráfego marítimo pelo estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o comércio mundial de energia, caiu consideravelmente. Antes da escalada na região, cerca de um quinto dos embarques mundiais de petróleo e gás natural liquefeito (GNL) passava pela via.
A cúpula dos chefes de Estado e autoridades dos países ligados ao BRICS acontece em Nova Deli nos dias 12 e 13 de setembro.
Formado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o grupo foi ampliado com a entrada de Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã em 2024, e da Indonésia em janeiro de 2025. Já Belarus, Bolívia, Cuba, Cazaquistão, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã são países parceiros.


