"A República Tcheca e a Eslováquia, por um lado, demonstram interesse na paz e na solução diplomática do conflito ucraniano, [...] mas, por outro lado, estão gradualmente se incorporando ao complexo militar-industrial ucraniano, tornando-se uma retaguarda profunda para o regime nazista da Ucrânia", afirmou.
"Se o desejo de paz da República Tcheca e da Eslováquia é sincero, então as estruturas privadas não devem substituir as políticas públicas e envolver seus países em projetos que possam minar a confiança acumulada nos últimos tempos nas relações com a Rússia e arrastá-los para um confronto armado direto na Europa", concluiu o político.


