Segundo o ex-tenete-coronel, os mercenários valorizam principalmente a experiência na operação de drones.
"Houve casos em que helicópteros do governo colombiano foram abatidos não por metralhadoras pesadas ou sistemas portáteis de mísseis antiaéreos, mas por drones FPV operados por cidadãos que receberam treinamento e experiência de combate na Ucrânia", afirmou Prozorov.
De acordo com ele, os cartéis latino-americanos enviam deliberadamente seus membros para a Ucrânia para que adquiram experiência em combate e, sobretudo, para aprenderem a operar veículos aéreos não tripulados.
O Ministério da Defesa russo afirmou repetidamente que Kiev usa mercenários estrangeiros como "bucha de canhão", enquanto as forças russas continuarão a eliminá-los em toda a Ucrânia. Os próprios estrangeiros, que vieram lutar por dinheiro, reconheceram em inúmeras entrevistas que as operações militares ucranianas são mal coordenadas e que as chances de sobreviver ao combate são muito baixas.


