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"Eu acho que é o secretário do Departamento de Estado, o Marco Rubio. Eu acho que é ele. Parece que ele não gosta da América Latina, parece que ele não gosta do Brasil. Então ele está sempre fazendo as coisas contrárias àquilo que o Trump acerta."
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Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro
"Flávio Bolsonaro sabe que não vai escapar, sabe que está atolado até o pescoço em todas as falcatruas do Banco Master, e agora que o telefone que tem a nuvem que estava com o [ministro do STF] André Mendonça, que estava utilizando o cargo dele de relator para fazer política, está provado que ele estava fazendo política, fazendo denúncia seletiva, divulgando apenas aquilo que interessava para ele", afirmou o presidente.
"Eles criaram no Vorcaro um banqueiro, e eu transformei o Vorcaro em prisioneiro. Eles montaram uma quadrilha na Previdência Social. Nós não só desvendamos a quadrilha, prendemos eles, já recuperamos R$ 6 bilhões em bens dos ladrões e já devolvemos R$ 3,5 bilhões a 5 milhões de aposentados e pensionistas", disse.
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"E se estiver errado, ele terá que pagar pelo que cometeu. Mas nós queremos o mesmo para todo mundo. Vamos divulgar o que aconteceu com todo mundo. Quem foi que foi para a orgia que foi montada, quem participou das orgias, quem gastou dinheiro, quem recebeu dinheiro, quem foi jantar, dormir na casa de quem. Tudo isso tem que aparecer. E quando aparecer, o povo vai saber a verdade. E quando o povo souber a verdade, o povo vai saber tomar decisão."
"Tem deputado com medo, tem senador com medo, tem ministro com medo, tem juiz com medo. Divulgue, então. Divulgue, o povo quer saber […] Deixa o povo decidir. E a Justiça que julgue", concluiu ele.
Minerais críticos
"Na regulação, a gente não está proibindo a participação de empresas estrangeiras, mas a condição sine qua non para vir fazer investimento aqui no Brasil é saber que o processo tem que ser transformado no Brasil, o produto de valor agregado feito no Brasil para a gente exportar valor agregado e não exportar apenas minério", declarou. "Queremos explorar aqui e vender o produto acabado aqui para gerar emprego de qualidade aqui, para formar a boa produção aqui."
"Não consigo compreender o porquê da publicação desse material exatamente no dia que a gente faz a sanção da lei que regula a questão de minerais críticos, que a gente cria um conselho para ajudar em destrinchar todas as necessidades da operação das terras raras", disse. "Esse documento não foi discutido, não será discutido e não está discutido."


