Segundo um relatório do Inspetor-Geral do Departamento de Segurança Interna dos EUA, analisado pela Sputnik, ataques iranianos danificaram e destruíram centenas de instalações em bases militares americanas no Oriente Médio durante a operação Fúria Épica (Epic Fury).
"E isso é apenas a ponta do iceberg. Revelaremos tudo em breve", escreveu Araghchi no X.
Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel começaram a atacar alvos no Irã, com o início da operação Fúria Épica, que provocou ataques retaliatórios por parte do Irã. O motivo alegado pelos EUA e por Israel para os ataques seria forçar o Irã a abandonar seu programa nuclear.
Em meados de junho, Teerã e Washington assinaram um memorando para cessar as hostilidades, embora posteriormente tenham voltado a trocar ataques. Atualmente, o conflito permanece sem solução.
Em março, o embaixador iraniano na Rússia, Kazem Jalali, disse à Sputnik que o Irã não buscava armas nucleares e que o seu programa nuclear era de natureza pacífica. Ele citou a doutrina de segurança da república islâmica e uma fatwa de seu Líder Supremo.
O porta-voz da presidência do parlamento iraniano, Abbas Goudarzi, afirmou no domingo (13) que a retirada do Irã do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) e a revisão de sua doutrina nuclear são "passos totalmente viáveis e facilmente alcançáveis".


