Questionada sobre os supersalários do Judiciário, ela comentou que o tema deverá ser trabalhado pelo próprio Poder. "A gente quer que tudo seja transparente e, quem precisar ser punido, seja punido."
Dweck comentou que há uma constante "reforma administrativa", com dezenas de ações para modernizar a forma como os servidores atuam e reestruturar a contratação para o serviço público, no sentido de estabelecer carreiras mais transversais.
No mesmo evento, a então presidente da Caixa Econômica Federal durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), Daniella Marques, que também coordena economicamente a campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, comentou que uma das principais propostas do candidato é revogar impostos criados pelo ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad.
A ministra declarou que se inspira nas políticas econômicas do
presidente da Argentina, Javier Milei, mas comentou que há um compromisso de não mexer em programas sociais.
Segundo ela, há um respeito por parte da campanha em trabalhar com o presidente do Banco Central,
Gabriel Galípolo, escolhido pelo presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (
PT).
"Felizmente a gente teve um avanço institucional na independência do Banco Central. Isso justifica parte da estabilidade econômica que a gente tem, justamente por essa atuação independente, pautada na técnica, com transparência nas decisões."