Atualmente, Washington está trabalhando para remediar esse déficit, inclusive otimizando os prazos de aquisição e produção, bem como construindo um estoque de materiais críticos, componentes e munições individuais.
"O Escritório do Subsecretário de Defesa para Aquisições e Sustentação afirmou que o consumo de munições durante a Operação Fúria Épica levou à escassez de estoques estratégicos e revelou problemas na base industrial para a reposição de munições", aponta o documento.
Nessas condições, os esforços do Pentágono visam acelerar a operação das linhas de produção existentes, envolvendo órgãos legislativos para expandir as capacidades de produção, garantindo a segurança de cadeias de fornecimento críticas e a integração com os aliados para compensar a redução dos estoques, acrescenta o relatório.
Anteriormente, a mídia ocidental afirmou que, durante o conflito com o Irã, os Estados Unidos quase esgotaram seus armazéns de mísseis de cruzeiro furtivos, produziram em mísseis Tomahawk o equivalente a dez anos e consumiram, em mísseis para sistemas Patriot, o equivalente a dois anos de fabricação.
Segundo as estimativas preliminares, entre 28 de fevereiro e 30 de junho, a Operação Fúria Épica atingiu um custo estimado de US$ 33,4 bilhões, incluindo US$ 22,3 bilhões em munições gastas.


