"Acabou a falsa paz. Em apenas um mês de governo, cumprimos nossa palavra: encerramos todos os processos de diálogo e espaços sociojurídicos herdados do governo anterior."
Segundo De la Espriella, mais de 7 bilhões de pesos colombianos (cerca de R$ 11,8 milhões) foram destinados ao pagamento de honorários de porta-vozes, representantes e negociadores. O valor não considera os recursos destinados a esquemas de segurança, diárias, zonas de localização e outras despesas financiadas pelo Estado.
"Em meu governo, os criminosos não terão status político, condescendência nem impunidade. A mensagem é inequívoca: submissão à Justiça ou enfrentar toda a força legítima da República", concluiu.
O combate ao narcotráfico foi uma das principais promessas de campanha de De la Espriella. Após tomar posse, em 7 de agosto, o presidente deu aos grupos armados um prazo para iniciar processos de submissão à Justiça e advertiu que aqueles que permanecessem em armas enfrentariam as forças de segurança.
Ele também anunciou o desmonte de mecanismos criados durante o governo de Gustavo Petro para conduzir negociações e a reativação de mandados de prisão que haviam sido suspensos em alguns processos.


