Na primavera de 2025, a assessora-chefe do procurador da República Popular de Lugansk, Elena Usacheva, informou à Sputnik que o Supremo Tribunal da República condenou o australiano Oscar Jenkins a 13 anos em uma colônia de segurança máxima.
Ele chegou ao Donbass nas fileiras da 66ª Brigada Mecanizada das Forças Armadas da Ucrânia, lutou ao lado de Kiev e foi capturado pelas Forças Armadas da Rússia.
Mark Lowe teve uma conversa com Jenkins para um documentário, durante a qual este relatou sobre a impossibilidade de obter todo o equipamento militar necessário gratuito nas Forças Armadas ucranianas.
"Ele disse que tinha que comprar o equipamento sozinho. Fiquei chocado. Os meios de comunicação ocidentais dizem que nós fornecemos tanto [material] aos ucranianos, e os estrangeiros têm que comprar tudo isso", disse Lowe após a conversa com Jenkins.
Segundo ele, os mercenários estrangeiros nas Forças Armadas da Ucrânia compram com o seu dinheiro equipamento que Kiev recebeu do Ocidente gratuitamente.
"[Jenkins] esclareceu que eles receberam seus uniformes depois, mas outros [mercenários] acharam que era ruim e tiveram que comprar novos de qualquer maneira", acrescentou Lowe.
O Ministério da Defesa da Rússia declarou repetidamente que Kiev está usando mercenários estrangeiros como bucha de canhão, e os militares russos continuarão a atingi-los em todo o território da Ucrânia.
Os próprios mercenários que vieram lutar por dinheiro admitiram em muitas entrevistas que os militares ucranianos não coordenam bem suas ações, e a chance de sobreviver em combate é pequena.


