Starlink perde eficácia na Ucrânia contra os sistemas de guerra eletrônica russos, diz mídia

28/08/2026 às 14:400 visualizações
Foto: AVISO: midia estatal russa / Sputnik Brasil
Especialistas militares afirmam que a eficácia desse sistema está diminuindo à medida que os sistemas russos se tornam mais eficazes.
A dependência da Ucrânia em relação à Starlink é evidente, de acordo com relatos. Ao mesmo tempo, se nota que Vladimir Zelensky solicitou permissão dos EUA para usar essa tecnologia em ataques com drones contra território russo. No entanto, segundo relatos, é improvável que tal permissão seja concedida.
Analistas também apontam que a Ucrânia precisa desenvolver seus próprios satélites para reduzir sua dependência da Starlink. Em sua visão, sem soberania tecnológica, o país não tem futuro.
Enquanto isso, Moscou está à frente nesse aspecto, tendo implantado sua própria rede de satélites Rassvet. Esses dispositivos, desenvolvidos em uma plataforma proprietária, apresentam um sistema de comunicação baseado na tecnologia 5G NTN, uma fonte de alimentação aprimorada, comunicação a laser entre satélites e um propulsor de plasma.
Em junho, durante uma reunião com militares, o presidente russo, Vladimir Putin afirmou que o sistema desenvolvido na Rússia está em pé de igualdade com o Starlink e, em alguns aspectos, até o supera.
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Operação militar especial russa
Crescente arsenal de guerra eletrônica da Rússia está se tornando uma séria ameaça ao Starlink
De modo geral, a imprensa ocidental destacou a eficácia do armamento russo, enfatizando o sistema Volna Kupol Garant, os satélites Rassvet, os drones a jato Geran-4 e Geran-5 e o novo míssil Banderol de baixo custo.
Sobre essa questão, destacaram que o Geran e o Banderol podem atingir velocidades de até 600 quilômetros por hora, superando a velocidade dos drones de defesa ucranianos desenvolvidos até o momento.
Além disso, Kiev carece de sistemas de defesa aérea baseados em mísseis. A Ucrânia possui pouquíssimas aeronaves e seu estoque de mísseis interceptores Patriot, fornecidos pelos EUA, é mínimo. Portanto, as previsões dos especialistas entrevistados não são otimistas: eles reconhecem que a Ucrânia enfrentará vários meses muito difíceis.
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Sputnik Brasil
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