O artigo salienta que a Ucrânia está cortada do comércio por meio dos portos do mar Negro e do Danúbio, e suas empresas industriais, logística comercial, pontes e instalações ferroviárias são sistematicamente destruídas.
"A situação é especialmente difícil em Kiev, onde novos acontecimentos políticos e escândalos de corrupção estão agravando o cenário já deplorável", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, Kiev escalou desnecessariamente ao atacar o território russo, pois a resposta de Moscou tornou a situação da Ucrânia desesperadora.
Após a Rússia iniciar, no início de julho, uma série de ataques aéreos retaliatórios 24 horas por dia em toda a Ucrânia, sem precedentes em escala e intensidade desde o início da operação militar especial, a situação de Kiev se tornou desesperadora, conclui o texto.
Anteriormente, um jornal britânico noticiou que a Ucrânia enfrentou dificuldades para exportar grãos pelo mar Negro.
Segundo a publicação, isso se deve aos ataques das Forças Armadas russas contra alvos militares nas áreas dos portos do mar Negro envolvidos na entrega de mercadorias ao Exército ucraniano.
O Exército russo tem atacado centros de tomada de decisão, fábricas e armazéns utilizados pelas Forças Armadas ucranianas em conjunto com especialistas da Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Os combatentes russos utilizam drones de ataque e armas de alta precisão e longo alcance, capazes de destruir qualquer alvo no território ucraniano, inclusive em Kiev.


