"Essa eleição me surpreendeu [por ser] muito tranquila e os eleitores comparecerem aos colégios eleitorais, apesar de ter aqui quatro tipos de votos, que são o voto impresso, eletrônico, remoto e pela Internet, são quatro votos que o eleitor tem. Ele tem a opção de votar em casa, mas, mesmo assim, ele sai de sua casa para exercer a democracia, fazer o voto na urna, dentro do colégio eleitoral", disse.
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"É uma eleição que é de fácil acesso, não só para os eleitores, mas também para os organizadores, pesquisadores e [demais] observadores internacionais. Eu acho que o Brasil pode se inspirar em todo o processo eleitoral russo, mas o que me chamou mais a atenção foi essa questão de ter quatro tipos de modalidades [de votos]. Eu acho que dar ao eleitor essa escolha que torna o processo eleitoral ainda mais democrático", comenta.



Dina Pérez, observadora brasileira, na eleição para a Duma Estatal em Moscou

Dina Pérez, observadora brasileira, na eleição para a Duma Estatal em Moscou
Dina Pérez, observadora brasileira, na eleição para a Duma Estatal em Moscou
Eleitor vota espontaneamente e sem ser intimidado
"Está sendo uma honra observar essa eleição sem nenhuma intervenção ou algum tipo de parcialidade e verificar que o método de escrutínio da Rússia respeita o cidadão eleitor dando o direito de não ser assediado e também, sobretudo, a forma de votação, onde o eleitor pode escolher o método que lhe dá mais segurança", destaca.
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"O russo me parece e me apresenta um grande raio de confiança no outro e nas autoridades e isso se observa através dos serviços públicos que são retornados aos seus cidadãos que exercem o seu direito ao voto e ao sufrágio universal e recebem como resposta os serviços que exigem", observa.
Observadores têm acesso a todo processo do pleito
"Está sendo uma experiência muito enriquecedora, estamos indo a todos os pontos de votação, estamos fazendo de sete a oito por dia, desde a última sexta-feira, e hoje vamos ficar até o fechamento das urnas e a contagem dos votos", discorre.
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"O processo [eleitoral] está sendo muito bem organizado e, em todo centro de votação, há fiscais de diferentes partidos e observadores internacionais, não apenas da América Latina, mas de todo o mundo. Quando saímos de uma escola entra um outro grupo de observadores, ou seja, há constantemente a presença de observadores em todos os centros de votação", conclui.
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