Participaram também do evento o candidato ao Governo do Estado Douglas Ruas, os candidatos ao Senado Carlos Portinho e Carlos Jordy e o candidato a deputado federal Gutemberg Fonseca, todos do PL.
"Vamos trabalhar para resgatar a segurança no Brasil. O Brasil vai vencer!”, declarou o candidato. "A partir do ano que vem o Brasil vai ter outro presidente da República, que vai combater o narcotráfico, vai reduzir a maioridade penal, proteger as mulheres de verdade [...] que vai devolver a primeira das soberanias, que é a da segurança pública".
A motocarreata aconteceu a oito dias do primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro.
Mais cedo, em ato de campanha em São João de Meriti (RJ) Flávio chamou Lula novamente de "pai do Tigrinho" e "pai do cassino on-line", criticando a MP assinada ontem (25). O candidato classificou a medida como eleitoreira, lembrando que o governo Lula regulamentou o setor em 2023, após autorização inicial de Michel Temer. Na sexta, Flávio já havia chamado o presidente de "pai do tigrinho", em referência ao nome de uma das plataformas de apostas on-line.
Defesa de Flávio pede prisão de servidor em caso sobre Nossa Senhora Aparecida
A defesa do senador enviou ao plantão da Justiça Federal mais cedo neste sábado uma queixa-crime contra George Marques da Silva, servidor do Palácio do Planalto acusado de disseminar desinformação sobre um projeto supostamente apoiado pelo candidato para retirar Nossa Senhora de Aparecida do posto de padroeira do Brasil.
A petição acusa o servidor de incentivar a divulgação de fake news contra o presidenciável. O documento traz uma postagem na plataforma X repostada pelo servidor, com a mensagem: "Parem de divulgar retratação. Deixem o assunto rolar."
A defesa de Flávio Bolsonaro diz que o servidor difundiu, "com todas as letras, a ordem para que a retratação deixasse de circular para que a mentira continuasse sendo propagada", e pede que ele seja alvo de prisão, busca e apreensão.


