"A investigação e as evidências reunidas pelas autoridades competentes confirmaram o envolvimento da milícia terrorista houthi no planejamento e na execução desse ato terrorista covarde, com base na análise realizada após a operação e nos destroços do drone utilizado", afirmou Al-Malki em comunicado.
Segundo ele, um dos transformadores da estação apresentou falha, mas o fornecimento de energia não foi afetado. O porta-voz destacou que o ataque teve como alvo "uma instalação civil que fornece eletricidade à Mesquita do Profeta, em Medina".
Por sua vez, um porta-voz dos houthis negou a acusação da coalizão e a classificou como "uma mentira que não tem qualquer relação com a realidade", informou a agência de notícias Saba.
A Turquia também condenou o suposto ataque houthi e pediu o fim imediato e incondicional de ações desse tipo, informou o Ministério das Relações Exteriores turco.
"Esses ataques provocativos, que ameaçam a soberania e a segurança da Arábia Saudita e têm como alvo o patrimônio sagrado do mundo islâmico, devem cessar imediatamente e sem condições. Reiteramos nosso forte apoio à Arábia Saudita e ressaltamos a necessidade de evitar medidas que possam agravar ainda mais as tensões na região", afirmou o ministério.
O conflito entre os houthis e as forças governamentais apoiadas pela Arábia Saudita foi retomado em meados de julho, após uma trégua de quatro anos. Durante esse período, os houthis conseguiram tomar toda a costa oeste do mar Vermelho e cidades próximas ao estreito de Bab el-Mandeb, região que também é uma das principais rotas para escoamento de petróleo e outros insumos energéticos.


