Na decisão, a ministra Estela Aranha entendeu que a proposta do site viola regras eleitorais sobre propaganda na internet e vantagem econômica.
A plataforma mostrada em reportagem da Folha de S. Paulo. Segundo a jornalista, um perfil no Instagram, rede social controlada pela Meta (plataforma proibida na Rússia por extremismo), voltado a promover ações para crianças de Uganda, na África, fazia a divulgação do site.
Após a reportagem, a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva formalizou uma denúncia contra a plataforma.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, afirmou que desconhecia o site e que não contratou perfis para a divulgação destes conteúdos.


