Incêndios avançam sobre o oeste do Pará e deixam ar insalubre

Por Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil19/10/2026 às 14:030 visualizações
13/10/2026 - Acre -  Fogo, queimadas, incêndios florestais e fumaça ameaçam a floresta amazônica no Acre. Entre Cruzeiro do Sul e Marechal Thaumaturgo, a paisagem revela a pressão sobre a vegetação nativa e a biodiversidade. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
13/10/2026 - Acre - Fogo, queimadas, incêndios florestais e fumaça ameaçam a floresta amazônica no Acre. Entre Cruzeiro do Sul e Marechal Thaumaturgo, a paisagem revela a pressão sobre a vegetação nativa e a biodiversidade. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Foto: © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil / Agencia Brasil

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Com 922 focos ativos, o Pará é o estado com mais ocorrências de incêndios florestais no país, de acordo com a plataforma Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). No vizinho Amazonas, atualmente estão ativos 90 focos, após o estado ter registrado mais de mil pontos de fogo este mês.
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Enquanto a qualidade do ar em Manaus, na manhã desta segunda-feira (19), permanece classificada como insalubre, com índice de 153, segundo a plataforma IQAir; a cidade de Santarém, no oeste do Pará, registra o índice de 260, considerado muito insalubre.

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A estação na cidade do Pará registrou concentração de 185 microgramas por metro cúbico de material particulado fino, um tipo de poluição inalável e muito prejudicial à saúde. O limite usado atualmente pela legislação brasileira é uma média de 32 microgramas por metro cúbico ao longo de um dia.

No domingo (18), o ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, informou que a força-tarefa que atua no enfrentamento aos incêndios florestais na região foi reforçada com a instalação de um Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, em Manaus, e a adaptação de mais 5 aviões para combate ao fogo, somando 16 aeronaves que atuam na região.

Nesta terça-feira (20), também está prevista a implantação de uma base da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para reforçar a assistência à população atingida pela poluição.

Também foram disponibilizados pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) R$ 14 milhões ao Governo do Amazonas para ações relacionadas à situação de emergência.

Fonte
Agencia Brasil
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