"O Novo Banco de Desenvolvimento, liderado pela ex-presidente Dilma Rousseff, é um excelente caso que mostra como os países membros podem alcançar progressos significativos para nossos povos", disse.
"Portanto, parece lógico analisar as possibilidades de desenvolver o comércio em moedas nacionais, mas isso não significa que o BRICS esteja considerando a possibilidade de introduzir uma moeda única, isso não está na agenda do BRICS", enfatizou Vieira.
"Tomemos, por exemplo, nossas relações econômicas com a Ásia, nossos esforços para a integração regional na América do Sul e os recentes acordos comerciais assinados pelo Mercosul, que proporcionaram mercados alternativos que impulsionaram significativamente o comércio e se tornaram uma ferramenta para superar as práticas protecionistas", detalhou.



