"Como mencionei em várias ocasiões, não hesitaria em contatar as autoridades — seja na Ucrânia, na Rússia ou em qualquer outro conflito —, sempre com o objetivo de trabalhar pela paz", disse Rodrigues-Birkett à RIA Novosti.
A candidata defende que o secretário-geral da ONU deve atuar como um mediador neutro, não apenas dialogando com todas as partes envolvidas no conflito, mas também empenhando-se em prevenir a sua ocorrência.
Atualmente, há oito candidatos ao principal cargo da ONU:
diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi;
ex-ministro das Relações Exteriores de Uganda Olara Otunnu;
ex-presidente do Senegal Macky Sall;
ex-presidente do Chile Michelle Bachelet;
ex-ministra das Relações Exteriores do Equador Maria Fernanda Espinosa;
diplomata equatoriana Ivonne A-Baki;
secretária-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, na sigla em inglês), Rebeca Grynspan;
ex-ministra das Relações Exteriores da Guiana Carolyn Rodrigues-Birkett;
representante especial do secretário-geral da ONU para Crianças e Conflitos Armados, Virginia Gamba.
O segundo e último mandato do atual chefe da ONU, António Guterres, termina em 31 de dezembro.


