Ministro de El Salvador exalta modelo de Bukele em SP: 'País mais seguro das Américas'

31/08/2026 às 19:374 visualizações
Foto: AVISO: midia estatal russa / Sputnik Brasil
Villatoro disse que o país saiu de uma "epidemia de crime" para se tornar a nação mais segura das Américas.
Ele disse que antes havia um "Estado criminal paralelo", que subjugava moradores, extorquia e mantinha estruturas armadas. "As organizações criminosas exerciam funções legítimas do Estado nos territórios que controlavam", explicou o ministro.
Segundo a gestão do país caribenho, foram registrados 3.962 assassinatos em 2015 e 32 em 2025. Villatoro também citou redução de impunidade de 97% para zero em crimes de homicídio. "A partir do ano passado, não existe um assassinato que não tenha sido levado para a Justiça. Ou seja, a impunidade no país em questões de assassinatos, hoje em dia, eu posso lhes garantir que é zero."
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Notícias do Brasil
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O ministro atribuiu os resultados ao regime de exceção decretado em março de 2022, ao endurecimento das leis e a mudanças na atuação do Judiciário.
Villatoro rejeitou críticas de organizações internacionais de direitos humanos que documentaram torturas, detenções arbitrárias e prolongamento do regime de exceção. Chamou os críticos de "pseudo-defensores de direitos humanos". Ele também defendeu sua atuação citando aprovação popular de 90% ao presidente.

Congresso

O candidato ao governo do Paraná e senador Sergio Moro (PL-PR) também participou do evento e anunciou que construirá um presídio estadual de segurança máxima caso eleito.
A unidade terá "cárcere duro, celas individuais, sem celular, sem chance de fuga, contato do preso com mundo externo monitorado para a neutralização dos piores criminosos do Paraná".

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"Nós vamos batizar esse presídio de 'El Salvador', em homenagem à experiência de El Salvador", afirmou.

O candidato ao Senado Guilherme Derrite (PL-SP) citou o primeiro caso de denúncia formal baseado na Lei Antifacção aprovada em 2026. "É um integrante do Comando Vermelho de apelido Pio. Ele foi denunciado formalmente", explicou Derrite.
O criminoso foi acusado de liderar uma organização criminosa no Rio de Janeiro e manter domínio territorial através de "barricadas em vários pontos […], para que ele pudesse exercer […] a exploração de atividade econômica", segundo ele.
A denúncia oferecida pelo Ministério Público inclui agravante previsto no parágrafo primeiro da Lei Antifacção "que pode aumentar a pena dele de dois terços até o dobro", afirmou Derrite. Isso significa que Pio pode ser condenado "por até 80 anos de prisão, e, como ele é líder dessa organização criminosa, pode ser que tenha que cumprir 85% da pena em regime fechado".
Paulo Skaf, presidente da FIESP, defendeu a importância dessa pauta e disse que a entidade "se mete em tudo porque ela tem que se meter em tudo".
"A importância da indústria não nos leva a ter uma preocupação maior com o país. Se o Brasil não for bem, não há como a indústria do Brasil ir bem."
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