O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo, com 29%, seguido pelo escritor Augusto Cury (Avante), com 8%, enquanto Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) têm 3% cada, e Romeu Zema (Novo), 2%.
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 2 de setembro, Lula oscilou de 37% para 36%, enquanto Flávio Bolsonaro manteve 29%. Cury caiu de 10% para 8%, e Caiado passou de 1% para 3%. Zema oscilou de 1% para 2%, enquanto Renan Santos permaneceu com 3%.
No cenário que inclui Pablo Marçal (PRTB), Lula também aparece com 36%, contra 29% de Flávio Bolsonaro. Já Cury tem 8%, Caiado e Renan Santos, 3% cada, Zema, 2%, e Marçal, 1%. O levantamento foi realizado entre 3 e 6 de setembro, a menos de um mês do 1º turno, marcado para 4 de outubro.
Quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, Lula aparece com 28% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro, com 20%. O percentual de eleitores indecisos permanece em 42% e outros 1% afirmam que votarão em branco, anularão o voto ou não irão votar.
A pesquisa mostrou ainda que Flávio Bolsonaro tem o maior índice de rejeição entre os candidatos, com 55% dos entrevistados dizendo que não votariam nele, enquanto o presidente Lula aparece com 53%. Na sequência estão Pablo Marçal, com 45%, Ronaldo Caiado, com 41%, Romeu Zema, com 39%, Renan Santos, com 29%, e Augusto Cury, com 26%.
Segundo turno tem empate técnico
Em uma eventual disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem tecnicamente empatados. Lula registra 42% das intenções de voto, contra 41% do senador. Outros 13% dizem que votarão em branco, anularão o voto ou não irão votar, enquanto 5% estão indecisos.
Lula também lidera os demais cenários testados pela Quaest. Contra Caiado, o petista tem 41%, ante 38% do ex-governador de Goiás. Contra Cury, são 39% a 35%; diante de Renan Santos, 42% a 37%; e contra Zema, 44% a 33%.
A pesquisa mostra ainda que 71% dos eleitores consideram definitiva a escolha do candidato, enquanto 29% afirmam que ainda podem mudar de voto até 4 de outubro.
Lula tem o voto mais consolidado, com 80% de seus eleitores dizendo que a escolha é definitiva, enquanto entre os eleitores de Flávio Bolsonaro o índice é de 78%. Já entre os apoiadores de Cury, 49% consideram o voto definitivo e 51% admitem mudar de candidato.
Avaliação do governo Lula
A Quaest também mediu a avaliação da situação econômica do país e do governo do presidente Lula, cuja gestão é desaprovada por 50% dos entrevistados e aprovada por 43%, mantendo estabilidade em relação ao levantamento anterior. A avaliação negativa do governo passou de 37% para 38%, enquanto a positiva oscilou de 35% para 34%. Outros 25% consideram a administração regular.
Sobre a economia nos últimos 12 meses, 49% afirmam que a situação piorou, 29% dizem que ficou do mesmo jeito e 19% avaliam que melhorou.
O levantamento da Quaest entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país e possui margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01720/2026.



