EUA temiam que dados sobre escassez de munições pudessem ser 'vazados' por um espião, relata mídia

06/09/2026 às 10:370 visualizações
Foto: AVISO: midia estatal russa / Sputnik Brasil
Ontem (5), a mídia americana informou que investigadores poligrafaram cerca de 50 militares e civis do Estado-Maior Conjunto dos EUA como parte de uma investigação sobre vazamentos para jornalistas, incluindo informações sobre escassez de munições devido ao conflito com o Irã.

"Acesso a detalhes confidenciais [sobre a situação] de munições estava disponível apenas para um grupo muito pequeno de pessoas, e havia preocupações de que alguém poderia potencialmente agir como agente de inteligência estrangeira", diz o relatório do canal de TV.

De acordo com fontes, o presidente dos EUA, Donald Trump, ficou furioso com os vazamentos. Segundo os entrevistados pela TV americana, todos os funcionários haviam sido poligrafados. Nem todos foram testados: em particular, as medidas não afetaram o presidente do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine.
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Panorama internacional
Mídia: Pentágono pressiona indústria após estoques de mísseis despencarem na guerra com o Irã
Um jornal americano havia relatado anteriormente que, durante o conflito com o Irã, os EUA quase esgotaram seu estoque de mísseis de cruzeiro de baixo perfil de detecção, lançaram uma quantidade de mísseis Tomahawk produzida em dez anos e usaram um volume de produção de dois anos de mísseis Patriot.
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Sputnik Brasil
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