"A situação que se está desenvolvendo desde pelo menos abril deste ano, quando um enorme empréstimo foi alocado ou [...] prometido pela UE de 90 bilhões de euros, isso teve um efeito extremamente destrutivo sobre a Ucrânia, no sentido de que eles acabaram por se envolver numa escalada terrorista", comentou o diplomata aos jornalistas.
Segundo Miroshnik, Moscou registra um aumento múltiplo no número de ataques e de civis feridos em áreas afetadas pelos bombardeios de Kiev.
Nomeadamente, a Ucrânia usou os recursos financeiros da União Europeia "para atacar centros comerciais, o setor de energia, para cometer genocídio energético em extensos territórios com o fim de criar condições de vida insuportáveis para a população civil", continuou.
"Ou seja, o dinheiro da União Europeia foi gasto em terrorismo. E isso se reflete nos indicadores claros que estamos monitorando detalhadamente", resumiu o diplomata.
Antes disso, a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, acusou Kiev de apostar na exportação do terrorismo. Em exposições estrangeiras de armas, Ucrânia oferece para aquisição as suas práticas e experiências de terrorismo contra civis apresentadas como projetos de defesa, declarou a diplomata às margens do Fórum Econômico do Oriente.


