A reportagem destaca que essas aeronaves terão sistemas avançados de voo autônomo e capacidade de coordenação com grandes formações de drones, que atuarão como companheiras de voo.
"Os caças de última geração chineses poderão voar de maneira autônoma se o piloto perder a consciência, navegar sem sinais de satélite e operar em grandes formações de drones com capacidade de reorganização automática", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, o Instituto de Pesquisa e Projeto de Aeronaves de Shenyang, na China, tem o objetivo de proporcionar um salto qualitativo aos caças chineses de última geração, inclusive o J-50, evoluindo da capacidade de voos estáveis à capacidade de vitória em combate.
O plano inclui sistemas de controle de voo que utilizam inteligência artificial (IA) para realizar manobras extremas de maneira autônoma, assumir o controle quando os pilotos estão sobrecarregados ou incapacitados e maximizar a eficácia da missão.
A publicação também aponta para a fusão multissensorial e para outras formas de navegação, de modo que os caças chineses possam operar quando os sinais de satélite estiverem bloqueados ou interrompidos, observa o texto.
Ao mesmo tempo, a China está desenvolvendo redes de combate com manobrabilidade cognitiva, nas quais caças tripulados coordenam grandes esquadrões de drones reconfiguráveis.
Os pesquisadores chineses estão desenvolvendo uma arquitetura híbrida de IA que poderia tornar o sistema de combate aéreo do país mais inteligente, resiliente e verificável, conclui a reportagem.
Anteriormente, uma revista estadunidense escreveu que os militares chineses sinalizaram um potencial papel operacional para suas forças de foguetes de longo alcance ao apresentarem a munição de explosão aérea recém-demonstrada Chuva de Aço, disparada de sistemas de lançamento múltiplo de foguetes PCL-191.


