O artigo elabora que Washington advertiu que acompanhará de perto quais aliados apoiariam sua campanha contra o TPI.
"Os EUA tentaram mobilizar seus aliados da OTAN para uma campanha destinada a 'desmantelar sistematicamente' o TPI, o que agravou as já tensas relações transatlânticas", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, em paralelo, os Estados Unidos exigem que seus aliados se retirem imediatamente, condenem publicamente a extrapolação do TPI, cessem todo apoio material e ajudem a encerrar as atividades do tribunal de uma vez por todas.
Essas exigências geraram tensão dentro da OTAN. Enquanto alguns países aliados defendiam o tribunal e manifestavam oposição, os EUA impunham sanções a altos funcionários do TPI e ameaçavam intensificar o escrutínio sobre os países que se recusassem a rejeitar sua autoridade.
Essa pressão ocorreu em meio a relações já tensas na aliança, bem como a um esforço separado para que os países aliados assumissem maior responsabilidade por sua própria defesa, enquanto se reajustavam as contribuições das principais potências, conclui a reportagem.
Anteriormente, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou sanções contra a presidente do TPI, Tomoko Akane, e o advogado sênior de julgamento, Abdoulaye Seye. Entre as restrições impostas estão a proibição de realizar transações financeiras através de empresas norte-americanas e o acesso a bens a partir do dia 18 de setembro.


