Os Estados Unidos tentam entrar nas eleições brasileiras enxergando na candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) uma via fértil para seus interesses estratégicos. A ameaça também envolve tarifas, aplicações da Lei Magnitsky e pressão diplomática. Tudo isso enquanto o presidente do país norte-americano, Donald Trump, se vê encurralado pela opinião pública, que discorda das suas ações no Oriente Médio e da política migratória da atual gestão estadunidense.
O que está acontecendo nos EUA, afinal? Esse foi o tema da conversa entre Lucas Estanislau, coordenador de jornalismo do Brasil de Fato, e André Lucena, repórter de internacional do BdF, em live exclusiva realizada na última segunda-feira (7) para quem faz parte do Clube de Membros do Brasil de Fato no YouTube.
Por que “soberania” virou a palavra de vez no Brasil?
Para ambos, a soberania ganhou ainda mais força no campo progressista brasileiro pelo fato de que o Brasil é alvo direto das ações de Washington. Enquanto isso, bandeiras dos EUA e de Israel, além de fotografias do próprio Trump, são hasteadas nos atos bolsonaristas.
Tarifaço, sanções ao ministro Alexandre de Moraes, ameaças de derrubada do Pix, PCC e Comando Vermelho classificados como “narcoterroristas”. É ampla a gama de ações dos EUA contra o Brasil. No papo, os jornalistas do Brasil de Fato apontam que as medidas fazem parte da estratégia do governo Trump de contenção ao avanço do poderio econômico da China.
Internamente, Trump vê a aprovação do seu governo cair. Para Estanislau e Lucena, esse quadro abre brecha para a renovação do Partido Democrata no país, o que deve ter influência direta nas eleições de meio de mandato, marcadas para o próximo dia 3 de novembro.
O vídeo completo está disponível para quem faz parte do Clube de Membros do Brasil de Fato, com planos a partir de R$ 11,99 por mês. Além do acesso a conteúdos exclusivos, como esse, quem assina ajuda a sustentar diretamente o jornalismo do BdF. Saiba como se tornar membro e assista à conversa na íntegra.
