As duas ações foram protocoladas nesta quarta-feira (26) e também pedem multa de R$ 30 mil para cada candidato e a proibição de impulsionamento do conteúdo.
No caso de Caiado, a representação questiona declarações feitas pelo candidato ao criticar a ausência de Lula e de Flávio Bolsonaro (PL) no debate. Ao chegar ao evento, o ex-governador de Goiás associou as ausências ao termo "dark horse" e fez referência a "dark lobby", em uma fala que, segundo a defesa do presidente, tentou criar uma associação indevida entre Lula e o escândalo relacionado ao filme "Dark Horse".
A representação contra Renan Santos reúne seis declarações feitas pelo candidato durante o debate. Segundo os advogados de Lula, o presidenciável chamou o petista de "ladrão", "bêbado" e "safado", além de afirmar que o PT era "inimigo das polícias". Para a defesa, a repetição dessas acusações nas redes sociais caracteriza calúnia, difamação e injúria.
A ausência de Lula e Flávio Bolsonaro foi um dos temas recorrentes do debate da Band, que também não contou com Romeu Zema (Novo). Caiado e Renan criticaram a decisão dos adversários de não participar do evento e o ex-governador de Goiás chegou a defender a criação de uma regra que obrigue candidatos a comparecer aos debates, da mesma forma que devem apresentar um programa de governo.


