"Neste ano, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição, convocou Flávio Bolsonaro ao palco principal do evento, diante de 60 mil eleitores, e apresentou como 'herdeiro' político de Jair Bolsonaro. Houve pedido explícito de voto e Flávio se autodeclarou, em discurso, o 'futuro presidente do Brasil'", informou a coligação em comunicado.
"Houve a transformação do que seria um evento cultural, artístico e esportivo em um verdadeiro comício eleitoral […] não houve somente o desvirtuamento de um show em comício, mas também ato de campanha de uso comum cuja veiculação de propaganda é terminantemente proibida", aponta a ação.


