Segundo Araghchi, Netanyahu se vangloria de ter arrastado o governo dos EUA para uma guerra contra o país persa em nome de Israel.
"Netanyahu ri abertamente de como 'influenciou' os EUA através de mil horas de transmissões em redes norte-americanas", disse o ministro das Relações Exteriores iraniano no X.
Já em inglês, acrescentou ele, o primeiro-ministro israelense elogia a liderança do presidente dos EUA, Donald Trump. "Cobra", concluiu o chanceler.
Em 28 de fevereiro, os EUA e Israel lançaram ataques coordenados contra o Irã, os quais Teerã retaliou — foram alvos Israel e bases norte-americanas em vários países do golfo Pérsico.
Após quase quatro meses desde o início da escalada, Washington e Teerã assinaram em meados de junho um memorando de entendimento para pôr fim às hostilidades. No entanto, o Irã acusou posteriormente os EUA de violá-lo. Desde 8 de julho, os países voltaram a trocar ataques.
Recentemente, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, anunciou que Washington lançou uma operação chamada "Pária Econômico", visando enfraquecer o Irã e aqueles que apoiam Teerã. As restrições impostas abrangem mais de 60 entidades, indivíduos e embarcações ligadas ao país.


