A agência destaca que, apesar de terem licenças de exportação válidas, alguns fornecedores chineses têm retido remessas de terras raras destinadas aos Estados Unidos.
"Empresas chinesas de terras raras já haviam interrompido embarques para os EUA nos últimos meses para evitar se envolver em geopolítica", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, essa situação resultou na alta dos preços para terras raras e materiais críticos, como ítrio, fosforeto de índio e tungstênio.
Conforme especifica o material, esses elementos são essenciais para aplicações militares dos EUA e indústrias sensíveis, incluindo aeroespacial e fabricação de semicondutores.
Dessa forma, o texto conclui que esta situação deixa os Estados Unidos em uma posição precária, sobretudo considerando a próxima cúpula entre o presidente estadunidense Donald Trump e seu homólogo chinês Xi Jinping.
Anteriormente, uma mídia ocidental relatou que o uso crescente de drones em guerras modernas está exacerbando a já precária escassez de minerais críticos no Ocidente. Segundo o artigo, não resta dúvida de que o cenário global mudou para uma era marcada pelo uso generalizado de drones em operações militares.


