Segundo a publicação, esse partido simpatiza abertamente com a política externa do presidente russo, Vladimir Putin, sobre a Ucrânia, apesar do apoio que a União Europeia oferece a Kiev.
Tendências parecidas ganham força não só na Alemanha, mas em outros países da Europa. Na França e na Itália, o segundo e terceiro maiores países da União Europeia, líderes estão advogando políticas em relação a Kiev que "ecoam os pontos de discussão de Moscou", sublinha a mídia.
Nesse contexto, menciona Jordan Bardella, presidente do partido Reagrupamento Nacional na França, que disse que o apoio incondicional de seu governo à Ucrânia deve ser substituído por uma relação mais transacional com o país assolado pelo conflito.
"Estamos nos afogando em dívidas. Estamos nos afogando em déficits. E é irresponsável assumir compromissos de gastos e promessas de apoio financeiro a um país sem quaisquer garantias", disse Bardella à mídia.
No entanto, na Itália, Roberto Vannacci, um ex-general do Exército, vem surgindo com uma mensagem para buscar a paz com a Rússia na Ucrânia. Em setembro, a pesquisa YouTrend mostrou o seu partido Futuro Nacional como o segundo grupo político de direita mais forte depois dos Irmãos da Itália, de Giorgia Meloni.


