Bessent afirmou à mídia britânica que incentivaria os membros do G20 a "reexaminar" suas relações comerciais com Pequim para reduzir "desequilíbrios globais", classificando o nível das exportações chinesas como "insustentável". As declarações surgem às vésperas da reunião do G20 em Asheville, onde os EUA priorizam o tema na agenda financeira.
Li argumenta que os desequilíbrios globais não podem ser atribuídos a um único país e que o comércio internacional é moldado por demanda, capacidade de oferta e vantagem comparativa. Ele lembra que superávits não tornam um país responsável por desequilíbrios globais e que o Fundo Monetário Internacional (FMI) defende ações coordenadas, não ajustes unilaterais.
Dados recentes mostram que a China não depende apenas das exportações: entre janeiro e julho de 2026, suas importações cresceram 22%, acima dos 14% das exportações. Mesmo assim, Bessent insiste que outros países devem "incentivar a China" a depender menos das vendas externas.


