Reportagens recentes de canais de comunicação norte-americanos sugeriram que empresas do país estariam perdendo espaço no mercado chinês, citando Nike, Starbucks e General Motors como exemplos de marcas que "sentem a maré virar". A tese de que a China deixou de ser o "destino dos sonhos" para companhias dos EUA, porém, não se sustenta diante dos movimentos reais do mercado, afirma o artigo de opinião.
O fortalecimento das marcas chinesas também altera o equilíbrio competitivo com avanços em pesquisa, qualidade e cadeia de suprimentos, já que, segundo a mídia asiática, empresas locais oferecem produtos mais adequados às necessidades dos consumidores, reduzindo o prestígio automático das marcas estrangeiras. A competição, porém, segue saudável e baseada em custo-benefício.


