A revista sublinha que os pesquisadores traçaram a circulação de moedas entre 155 a.C. e 2 d.C. usando modelos espaciais e bancos de dados de arqueologia digital.
"Os resultados apontam para uma relação estreita entre os fluxos monetários e a infraestrutura romana. Estradas, portos e grandes cidades não só transportavam pessoas e mercadorias, como também facilitavam a circulação de dinheiro", ressalta a publicação.
© Foto / Domínio públicoMoeda romana antiga. C. Cecílio Metelo Caprário, 125 a.C

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Moeda romana antiga. C. Cecílio Metelo Caprário, 125 a.C
CC BY-SA 2.5 / CNG / Moeda romana antiga. Bruto e L. Plaetório Cestiano, denário, 42 a.C.

Moeda romana antiga. Bruto e L. Plaetório Cestiano, denário, 42 a.C.
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Moeda romana antiga. C. Cecílio Metelo Caprário, 125 a.C
Moeda romana antiga. Bruto e L. Plaetório Cestiano, denário, 42 a.C.
Conforme o tempo passava, aumentava a distância percorrida pelas moedas desde suas casas de moeda, o que indica que a expansão das redes enfraquecia a circulação monetária, observa o texto.
Inicialmente, os gastos militares introduziram as moedas em regiões recém-conquistadas, mas a circulação sustentada do dinheiro dependia da demanda civil e comercial de cidades, mercados, centros religiosos e órgãos administrativos.
Além disso, é apontado que o cenário monetário ficou dividido em zonas distintas: um núcleo impulsionado pelas forças de mercado e áreas periféricas onde os gastos variavam.
Nos territórios recentemente incorporados, à medida que a atividade civil crescia, o papel militar diminuía, de modo que os padrões de circulação das moedas refletiam mudanças na conquista, na governança e no assentamento, conclui a reportagem.


