"O Brasil precisa se apresentar à ASEAN não somente como fornecedor, mas como plataforma de investimentos. Temos grandes projetos de infraestrutura, logística, energia, portos, ferrovias, saneamento, indústria e tecnologia que podem receber capital estrangeiro. O diferencial é oferecer segurança jurídica, projetos estruturados e capacidade de gerar retorno econômico e desenvolvimento regional", disse.
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"A diplomacia legislativa cria uma relação que vai além dos governos de ocasião. O Congresso pode funcionar como uma ponte institucional. A Frente Parlamentar tem essa característica: ela não substitui o Executivo, a diplomacia ou o setor privado. Ela cria pontes entre essas diferentes estruturas para que as oportunidades possam acontecer", comenta.
Sudeste Asiático é atrativo para empresas brasileiras
"Nosso objetivo é fazer com que o empresário brasileiro olhe para Singapura, Indonésia, Malásia, Vietnã, Tailândia, Filipinas e os demais países da ASEAN como mercados estratégicos. A Frente pretende continuar ampliando as missões parlamentares e empresariais, aproximando empresários brasileiros de portos, fundos de investimento, empresas, governos e instituições estratégicas da região", destaca.
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"A relação Brasil–ASEAN não pode ser construída somente em cima de comércio. Precisamos aproximar universidades, centros de pesquisa, estudantes, instituições culturais e o setor de turismo. Precisamos aumentar o conhecimento mútuo e facilitar a criação de roteiros, eventos e iniciativas que aproximem brasileiros e asiáticos", observa.
Secretário-geral da ASEAN cumpre agenda no Brasil
"A visita do secretário-geral da ASEAN representa um marco na relação entre o Brasil e o Sudeste Asiático. A impressão que ficou é de que o Brasil é visto pela ASEAN como um parceiro estratégico, especialmente pela nossa capacidade produtiva, pelo agronegócio, mercado consumidor e potencial de cooperação em áreas como segurança alimentar, energia e desenvolvimento sustentável", conclui.
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