A reportagem destaca que as sementes foram identificadas como sendo da Sevgi Cicegi, uma flor endêmica que ainda hoje cresce no distrito de Golbası, em Ancara.
Segundo a matéria, a descoberta foi descrita como os vestígios mais antigos conhecidos no mundo da espécie Centaurea tchihatcheffii, uma flor que atualmente se restringe a uma área nos arredores de Golbası, o mesmo distrito onde Kulhoyuk preservou milhares de anos de ocupação humana.
"O que torna a descoberta impressionante, portanto, não é simplesmente a idade das sementes. A planta, que hoje é considerada uma das espécies endêmicas mais características e vulneráveis de Ancara, parece ter crescido na paisagem habitada pelas comunidades de Kulhoyuk há cerca de quatro milênios", ressalta a publicação.
© Foto / Ministério da Cultura e do Turismo da República da Turquia.A Sevgi Cicegi (Centaurea tchihatcheffii), uma flor endêmica associada ao distrito de Golbası, em Ancara, onde a espécie ainda sobrevive até hoje.

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A Sevgi Cicegi (Centaurea tchihatcheffii), uma flor endêmica associada ao distrito de Golbası, em Ancara, onde a espécie ainda sobrevive até hoje.
© Foto / Ministério da Cultura e do Turismo da República da Turquia.Vaso hitita com cerca de 4.000 anos, proveniente de Kulhoyuk.

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Vaso hitita com cerca de 4.000 anos, proveniente de Kulhoyuk.
© Foto / Ministério da Cultura e do Turismo da República da Turquia.Vaso hitita, com cerca de 4.000 anos, foi encontrado em Kulhoyuk e nele foram identificadas sementes de Sevgi Cicegi (Centaurea tchihatcheffii).

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Vaso hitita, com cerca de 4.000 anos, foi encontrado em Kulhoyuk e nele foram identificadas sementes de Sevgi Cicegi (Centaurea tchihatcheffii).
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A Sevgi Cicegi (Centaurea tchihatcheffii), uma flor endêmica associada ao distrito de Golbası, em Ancara, onde a espécie ainda sobrevive até hoje.
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Vaso hitita com cerca de 4.000 anos, proveniente de Kulhoyuk.
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Vaso hitita, com cerca de 4.000 anos, foi encontrado em Kulhoyuk e nele foram identificadas sementes de Sevgi Cicegi (Centaurea tchihatcheffii).
Além disso, na tradição hitita, as plantas e a renovação sazonal estavam profundamente ligadas à vida ritual. Um importante festival de primavera, por exemplo, tinha o nome derivado de uma planta e podia durar semanas.
O assentamento era um centro estratégico, com imponentes fortificações, arquitetura monumental e evidências de laços militares e comerciais por toda a Anatólia na Idade do Bronze Tardia, observa o texto.
A flor, uma espécie anual que apresenta flores em tons vivos de vermelho, rosa e roxo, está altamente localizada atualmente e é alvo de esforços de conservação, tais como o monitoramento populacional e a proteção do habitat.
Essa descoberta amplia a história da flor por milhares de anos, conectando uma planta endêmica moderna à mesma paisagem da Anatólia Central habitada durante a era hitita, conclui a reportagem.


