Por meio de nota, Mendonça destacou que nunca recebeu lucros do instituto, o qual ajudou a fundar ao lado de Victor Godoy Veiga, atual presidente do Iter. Mendonça e Veiga foram ministros da Justiça e Segurança Pública e da Educação, respectivamente, ao longo do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Conforme publicado pela Agência Brasil, as cotas do ministro do STF e de sua esposa, Janei Mendonça, no instituto serão cedidas. Eventuais ganhos com a empresa, de acordo com o ministro, serão destinados para fins sociais.
Segundo matéria da Revista Fórum, o Instituto Iter celebrou 55 contratos com entidades públicas de 14 unidades federativas, totalizando R$ 10,8 milhões. Destes contratos, 54 foram firmados sem licitação.
Apesar de sair da sociedade, Mendonça afirmou que continuará prestando serviços acadêmicos ao Iter como professor. Segundo o site do instituto — que agora se tornará uma entidade sem fins lucrativos —, o magistrado atua como docente em Arte e Ciência da Oratória.


