A ofensiva do grupo iemenita deixou mais de 70 pessoas feridas e atingiu instalações energéticas no sul da Arábia Saudita, provocando incêndios e interrompendo operações no país.
Em declarações à mídia paquistanesa, Asif defendeu que qualquer ataque dos houthis contra os sauditas é o suficiente para a ativação do Acordo de Meca.
"Não deve haver ambiguidade; não há necessidade de esclarecer que este é um acordo de defesa conjunta", disse.
O ministro afirmou que o acordo não estimula que os países signatários — Arábia Saudita, Paquistão e Turquia — por iniciativa própria, ataquem outro país. Mas prevê uma resposta dos três caso um Estado-membro seja alvo de ataques.
No dia 7 de agosto de 2026, Arábia Saudita, Turquia e Paquistão firmaram o Acordo de Defesa Mútua de Meca, que estabelece que um ataque contra qualquer um dos signatários equivalerá a uma agressão a todos. O pacto reflete a busca por maior autonomia regional e o desgaste na confiança das garantias de segurança dos Estados Unidos, unindo o poder financeiro saudita, a indústria militar turca e a força militar paquistanesa.


