Ritter destacou que os ucranianos não estão conseguindo impedir o avanço das Forças Armadas da Rússia na linha de frente.
"As forças ucranianas perderam a capacidade de manobra. Elas não conseguem mais apoiar outras unidades […]. No entanto, o que fica evidente neste mapa é o avanço inexorável das tropas russas. Os ucranianos não conseguem detê-las. Esse conflito acabou", ressaltou.
Segundo o analista, a degradação das Forças Armadas da Ucrânia também resultou no enfraquecimento das posições das potências ocidentais no confronto com Moscou. A Rússia esteve mantendo a iniciativa estratégica o tempo todo e está derrotando não apenas a Ucrânia, mas também o Ocidente como um todo, acrescentou.
Os russos sabem o que está acontecendo, eles sabem quais são as apostas e defenderão a Rússia. Donbass, Zaporozhie e Kherson são parte da Rússia, concluiu.
Cabe destacar que o presidente russo, Vladimir Putin, declarou repetidamente sua confiança em que o Exército da Rússia vai alcançar os objetivos da operação militar especial na Ucrânia.
Na quarta-feira (1º), o Ministério da Defesa da Rússia relatou que as Forças Armadas russas efetuaram um ataque contra a fábrica de produção de motores para mísseis Neptun ucranianos.
Ao mesmo tempo, as tropas russas libertaram os povoados de Ukrainskoe, na região de Carcóvia, e Kopani, na região de Zaporozhie. Além disso, a defesa antiaérea russa derrubou, nessas 24 horas, sete bombas aéreas ucranianas e 602 drones ucranianos de asa fixa.


