Mikhailov apontou que o ataque russo de 2 de julho contra as instalações militares das tropas ucranianas envolveu uma série de mísseis de cruzeiro, supersônicos e hipersônicos, reforçados por drones de ataque de precisão.
"Não há mais qualquer tipo de restrição aos ataques contra a Ucrânia. Por esse motivo, qualquer alvo relacionado aos militares ucranianos que possa ser do interesse das Forças Armadas russas será atingido no futuro", ressaltou.
Ele observou que os ataques russos à infraestrutura energética da Ucrânia imobilizam a logística e as capacidades de combate das Forças Armadas ucranianas.
Quanto ao último ataque da Rússia, ele pode representar um passo importante no processo de forçar Zelensky a aceitar um acordo de paz, concluiu.
Na quinta-feira (2), o Ministério da Defesa russo relatou que a Rússia realizou um grande ataque com mísseis contra a infraestrutura de combustível e energia da Ucrânia, bem como contra instalações de produção de mísseis Flamingo e drones.
Além disso, as forças russas atingiram a infraestrutura de aeródromos militares nas regiões de Kiev, Dnepropetrovsk, Cherkassy, Chernigov e Poltava, bem como as estações de gasodutos em Kiev e seus arredores, envolvidas no funcionamento de empresas da indústria militar ucraniana.


