Conforme relatou o correspondente, os manifestantes entoaram gritos contra o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e marcharam de uma estação ferroviária central até a praça dos Reféns, no centro de Tel Aviv. Os ativistas agitaram bandeiras, tocaram tambores e exigiram que o governo criasse uma comissão estatal para investigar a falha em prevenir o ataque.
Protestos semelhantes ocorreram em diversas cidades israelenses na quinta-feira. Além dos protestos, homenagens às vítimas também foram prestadas durante o ato.
A manifestação marcou o ataque de 7 de outubro de 2023 contra Israel, disparado da Faixa de Gaza em 7 de outubro de 2023. Ao todo, 250 foram feitos reféns e cerca de 1.200 pessoas foram mortas naquele dia.
O ataque desencadeou uma operação terrestre israelense em Gaza, que deixou o enclave quase totalmente destruído. Mais de 70 mil palestinos foram mortos, segundo autoridades de saúde locais. A escalada do conflito se transformou em um confronto regional com ataques também implementados por Tel Aviv contra o movimento libanês Hezbollah, os houthis do Iêmen e o Irã.


