"Acredito que o que aprendi neste conflito seria de grande ajuda para a ONU e, espero — não posso afirmar que será assim, mas espero que seja —, também para as partes beligerantes, pois conheço o local. Estive lá muitas e muitas vezes."
Grossi acrescentou que sabe "o que está em jogo", conhece a situação no país e as posições da Rússia e da Ucrânia em vários níveis.
"Portanto, minha intenção seria tentar ser útil. Não se pode simplesmente se impor diante de um determinado problema, mas tenho certeza de que, com o aprendizado que adquirimos, a conversa seria diferente. Haveria, para começar, uma conversa."


