De acordo com a mídia brasileira, indústria e agronegócio defendem que a tarifa não tem justificativa técnica, econômica ou jurídica. Os setores argumentam que as economias dos dois países são integradas e que a medida encareceria insumos, pressionaria preços ao consumidor e aumentaria a inflação nos EUA.
O presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp, Roberto Azevêdo, afirmou a um jornal de grande circulação no país que as acusações do USTR não se sustentam e que a tarifa não resolverá os problemas apontados pelos EUA. Para ele, a medida aumentaria custos produtivos nos dois países e exigiria maior articulação política entre os governos para evitar prejuízos bilaterais.



