"Se Riga acredita ingenuamente que eles podem, sem consequências para si mesmos, sob o 'guarda-chuva' da OTAN, ser cúmplices em provocações militares antirrussas e ataques terroristas do regime de Kiev contra nossos cidadãos, sob a cobertura de uma suposta defesa, então eles estão profundamente enganados", frisou ele.
Moscou registra cuidadosamente os pontos de tomada de decisão sobre provocações contra civis, lançamentos de drones em locais russos, bem como seus locais de produção e montagem final, independentemente da jurisdição, acrescentou o diplomata.
Os apelos europeus à paz são apenas fachada para o rearmamento contra a Rússia, afirmou Mikhail Galuzin. Segundo ele, os países ocidentais continuam a financiar e armar Kiev, transformando fábricas civis em instalações militares e lançando projetos conjuntos de defesa com a Ucrânia.
Galuzin reiterou que a Rússia segue aberta a um diálogo real, desde que a Europa demonstre disposição genuína para considerar as preocupações de segurança de Moscou.
Em meados de maio, o Serviço de Inteligência Externa (SVR, na sigla em russo) da Rússia informou que o Exército ucraniano estava preparando uma nova série de ataques às regiões da retaguarda. Kiev planeja conduzi-los dos Países Bálticos para reduzir o tempo de chegada.


