Zema critica política externa do Brasil e elogia mulheres na administração pública

07/07/2026 às 16:430 visualizações
Sputnik Brasil
Segundo Zema, Minas Gerais é exemplo de participação feminina na administração pública, com um grande número de desembargadoras no Tribunal de Justiça e à frente da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, uma situação que, de acordo com o político, não se repete em nenhum outro estado do país.
"As mulheres tiveram um destaque muito grande, não porque eu priorizei as mesmas, mas sim porque nós fizemos processos seletivos, e quando você faz isso, a participação feminina sempre aumenta muito."
Aos repórteres, ele destacou ainda que as administrações municipais femininas em Minas Gerais têm avaliação em média superior à masculina e defendeu uma maior presença feminina no Supremo Tribunal Federal (STF), hoje com uma ministra, e no Congresso Nacional.
Por fim, Zema também afirmou que a maior participação de mulheres na política tende a contribuir para o combate à corrupção.
Para isso, deu dois exemplos. O primeiro foi com dados da população carcerária brasileira, que é composta por aproximadamente 95% de homens e apenas 5% de mulheres. O outro é que ele não se recorda de nenhuma mulher envolvida no caso do Banco Master.
"Não vi nenhuma mulher, pelo que eu me recordo, envolvida no caso do Banco Master. Pelo que eu me recordo aí, só homens envolvidos."
Questionado sobre nomes para compor sua chapa, Zema afirmou que as conversas seguem em andamento com partidos sem candidatos próprios à Presidência e que o único critério estabelecido é que o nome tenha ficha limpa. O prazo para a definição das candidaturas termina em um mês, 5 de agosto.
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Notícias do Brasil
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Críticas ao PT

Sobre a articulação do também pré-candidato a presidente e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com os Estados Unidos em torno da taxação de produtos brasileiros, Zema disse esperar que o Brasil resolva a questão "independentemente de quem vier a solucionar isso". Na sequência, criticou a condução da política externa do governo Lula.
Segundo Zema, o governo Lula e o Itamaraty têm cometido equívocos na diplomacia por se aproximarem de países como Cuba, Venezuela e Irã, classificados por ele como "anti-americanos". "Questionam o dólar e, quando você faz isso, você está deixando muito claro que não quer um bom relacionamento e criando uma dependência excessiva da China", opinou.

"Na minha gestão, vai se voltar mais aos países do Ocidente, que de certa maneira tem sido relegado a um segundo plano."

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