Secretário do Tesouro Nacional destaca crescimento econômico após a pandemia

Por Da Agência Câmara08/07/2026 às 22:500 visualizações
Mesa: 
subsecretário de Planejamento Estratégico da Política Fiscal da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Luiz Fernando Alves; 
secretário-adjunto do Tesouro Nacional (STN), David Rebelo Athayde; 
secretário do Tesouro Nacional (STN), Daniel Cardoso Leal - em pronunciamento; 
membro da CMO, deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE); 
secretário da comissão, Walbinson Tavares de Araújo.
Mesa: subsecretário de Planejamento Estratégico da Política Fiscal da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Luiz Fernando Alves; secretário-adjunto do Tesouro Nacional (STN), David Rebelo Athayde; secretário do Tesouro Nacional (STN), Daniel Cardoso Leal - em pronunciamento; membro da CMO, deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE); secretário da comissão, Walbinson Tavares de Araújo.
Senado Federal — Brasil
O secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal, disse nesta quarta-feira (8) aos parlamentares da Comissão Mista de Orçamento (CMO) que o Brasil tem mostrado resiliência econômica após a pandemia de Covid-19. Um dos indicadores disso seria o crescimento econômico. — O país tinha uma média de 1,4% ao ano em períodos anteriores e, agora, está com uma média de 3% ao ano de crescimento, o que corrobora essa resiliência — afirmou. O secretário esteve na comissão para cumprir dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal que exigem explicações periódicas do Executivo sobre as metas fiscais e a dívida pública. Daniel Leal informou que as metas fiscais programadas para os próximos anos serão suficientes para reduzir a dívida a partir de 2029; No primeiro quadrimestre deste ano, segundo o secretário, o governo central teve um superávit – que são receitas de impostos maiores que despesas primárias – de R$ 9 bilhões. Já as empresas estatais tiveram déficit de R$ 6,5 bilhões. A meta anual é de superávit de R$ 34,3 bilhões. Por causa dos juros altos, porém, a dívida líquida subiu de 65,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em dezembro de 2025 para 66,8% em março de 2026. Juros altos Para o deputado Mauro Benevides Filho (União-CE), os juros altos tornam a manutenção das reservas em dólar do país muito custosa. Isso porque elas rendem bem menos que o custo da dívida interna. — O FMI [Fundo Monetário Internacional] diz que você só precisa ter 80% dos seus contratos cambiais. Se isso fosse verdade, o Brasil deveria ter, no máximo, US$ 240 bilhões em reserva cambial — declarou o parlamentar. O Brasil tem, atualmente, US$ 367 bilhões em reservas cambiais.
Fonte
Senado Federal — Brasil
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