"Eles tinham líderes, e eles se foram. Agora têm outro grupo de líderes. Eles também podem desaparecer. Quem sabe? Eu também posso desaparecer, porque sou o alvo número um deles", declarou Trump durante entrevista coletiva em Ancara, na Turquia.
O presidente acrescentou que não se preocupa com o fato de supostamente estar na lista de alvos do Irã, afirmando que está apenas "fazendo o seu trabalho". Trump também afirmou que a probabilidade de um presidente dos Estados Unidos ser assassinado é de 5,2%.
"A vida de um presidente é muito perigosa. É 5,2%. Sabe qual é a probabilidade para um piloto de corrida? Um décimo de 1%. Um peão de rodeio, que parece muito perigoso, também é um décimo de 1%. Já para um presidente, é 5,2% de chance de não sobreviver", disse.
Trump já sobreviveu a várias tentativas de assassinato. A primeira ocorreu durante um comício de campanha na Pensilvânia, em julho de 2024, quando foi atingido de raspão na orelha por um disparo. A segunda aconteceu em setembro do mesmo ano, em seu campo de golfe na Flórida.
Em abril de 2026, houve um tiroteio durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, evento que contou com a presença de Trump. O suspeito foi posteriormente acusado, entre outros crimes, de tentativa de assassinato do presidente.
Em junho de 2026, o FBI informou ter frustrado um plano para atacar um evento do UFC realizado na Casa Branca. Posteriormente, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos classificou a ação como uma nova tentativa de assassinato contra Trump.
'Vamos atacá-los nesta noite'
Depois dos bombardeios realizados contra o sul do Irã na noite da última terça-feira (7), Trump ameaçou realizar novos ataques contra o país do Oriente Médio nesta noite.
Para assistir a este vídeo, por favor ative o JavaScript e use um navegador que suporte recursos do HTML5
© Sputnik Brasil
"Eles estão se comportando muito mal, como têm feito há 47 anos. E, você sabe, nós os atingimos com força ontem à noite depois que eles lançaram alguns […] drones e um foguete, um míssil contra navios. Porque eles estavam no estreito [de Ormuz], onde eles têm todo o direito de estar. E então nós os atingimos com muita força ontem à noite", disse em conversa com jornalistas na Turquia. "Vou lhes dar um pequeno aviso: vamos atacá-los com força nesta noite. Mas vamos ver como tudo se desenrola. Não estou contente com eles."


