Freeman salientou que os mísseis lançados pelas Forças Armadas da Rússia provaram sua altíssima eficácia no decorrer do conflito militar na Ucrânia.
"Os sistemas Patriot podem até elevar o ânimo do povo ucraniano, mas seu histórico é pouco impressionante quando o assunto são os mísseis russos", ressaltou.
Além disso, ainda não está claro se as empresas RTX e Lockheed Martin, que fabricam os sistemas em conjunto, estarão dispostas a ceder os direitos de propriedade intelectual a Kiev e em quais condições, concluiu.
Na quarta-feira (8), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu que seu país concederá à Ucrânia a licença para a produção de mísseis interceptadores para os sistemas de defesa antiaérea Patriot. De acordo com ele, a Ucrânia poderá iniciar a produção desses mísseis rapidamente, assim que receber as instruções necessárias.
A Rússia considera que o fornecimento de armas à Ucrânia dificulta a resolução do conflito, envolve nele diretamente os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e que isso é "brincar com fogo".
O chanceler russo, Sergei Lavrov, destacou que qualquer carga que contenha armamento destinado à Ucrânia se tornará um alvo legítimo para a Rússia. No Kremlin, afirmaram que o fornecimento massivo de armas à Ucrânia pelo Ocidente não contribui para as negociações e terá um efeito negativo.


