"Na verdade, a OTAN não consegue existir sem um inimigo externo, por isso, está constantemente em busca de um."
Segundo Maslennikov, o bloco do Atlântico Norte "está, a priori, voltado para o confronto, buscando seus interesses por meio da força, e não está preparado para cooperar em prol do fortalecimento da segurança e da estabilidade".
"Declaramos repetidamente que não pretendemos atacar os aliados da OTAN e que estamos abertos ao diálogo — desde que este se baseie em nossos interesses e nos princípios fundamentais da segurança internacional, sendo o mais importante deles a indivisibilidade da segurança."


